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Biomagnetismo

Fátima Antunes

Sou Fátima Antunes, nascida a 19 de fevereiro de 1974, casada e mãe de uma menina. Lá no fundo, sou uma alma em busca de conhecimento e acima de tudo, de transcendência. Uma eterna insatisfeita!

Dizem os meus astros que trago na missão, ajudar os demais, estabelecer a ligação entre o céu e a terra. Coisas que fui aprendendo no meu seio familiar, sem o saber. Mas, só recentemente comecei a dar a merecida importância. Agrego todo o meu conhecimento de enfermagem, que adquiri ao longo dos anos, potenciado pelas formações em que me senti impelida em assistir, nas mais diversas áreas.

Dedico-me à terapia de biomagnetismo desde 2010, ano que que me formei em Madrid com o meu mentor e criador da técnica, Dr. Isaac Goiz Dúran. O biomagnetismo entrou na minha vida de uma forma muito subtil, por necessidade terapêutica. A minha mente racional, foi inicialmente, muitas vezes um contratempo no acreditar na efectividade da terapia. Esta mesma mente que me levou a questionar o resultado das terapias, também me trouxe conhecimento na investigação da teoria que está na sua base, e no estudo das próprias patologias. A persistência e a resiliência tornaram-se num hábito. E este hábito faz parte da minha senda, ajudar a quem se cruza no meu caminho, com todas as ferramentas que fui agregando ao longo destes anos de descoberta e profissionalização.

O biomagnetismo é uma terapia de simples execução, mas de grande exigência em termos de conhecimento, podendo ser espetacular nos seus resultados, dentro do seu âmbito de aplicação.

Comecei o meu percurso profissional com o Bacharelato de Enfermagem em 1993, na minha saudosa cidade de Coimbra.  Posteriormente, fiz a equivalência à licenciatura, e em 2009, fiz a Especialização de Enfermagem de Reabilitação.

Todo o meu percurso profissional enquanto enfermeira, foi desempenhado no Hospital de Faro (actual CHUA), nomeadamente, no Serviço de Pneumologia. Concomitantemente, pertencia à escala de evacuação de transporte de doentes urgentes para outras unidades hospitalares, tendo sido ainda, responsável pela formação em serviço na pneumologia. Neste percurso de enfermagem hospitalar, fiz tutoria de alunos da licenciatura de enfermagem e da especialidade de reabilitação.

Desempenhei outras funções, que me fizeram crescer como pessoa e profissional, nomeadamente: tripulante da Viatura Médica de Reanimação (VMER) de Faro e Albufeira, tendo também participado em eventos organizados pelo INEM; enfermeira de prestação de cuidados geriátricos no Lar da Santa Casa S. Brás de Alportel; formadora em várias áreas de formação relacionadas com a saúde em diversas entidades.

Ao longo do tempo frequentei várias formações: Curso de Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho; Curso de Formação Pedagógica de Formadores, com CAP emitido pelo IFEP; Curso de Mestre de Reiki; Meditação; Instrutor Certificado de Massagem Infantil; Curso de Preparação para o Parto; Curso Prático de Hipnose Terapêutica; Curso de Biomagnetismo Médico; Curso de  Anatomia aplicada ao Par Biomagnético; Curso Retroalimentação de Biomagnetismo; Curso de Magnetoterapia e Tratamento Metabólico; dois Cursos de Mesoterapia Homeopática; Curso de Nutrição Funcional na Gravidez; Curso de Homotoxicologia; Curso de Posturologia  Clínica nível I; Pós-Graduação em Nutrição Clínica (ESSL e FML); Curso de Microscopia de Campo Escuro; Curso de  Microscopia de Campo Escuro e Campo Claro no Diagnóstico de Infecções Parasitárias; Curso de Terapia Quântica (Biorressonância), entre outras formações.  

O que é Biomagnetismo?

O Biomagnetismo ou Par Biomagnético, é um sistema terapêutico que agrega várias técnicas e protocolos específicos para a realização do rastreio, colocação de ímanes e respectiva despolarização. Foi desenvolvida em 1988 pelo médico Isaac Goiz Dúran. O seu foco é eliminar causas que originam, exacerbam ou impedem, a reabilitação de uma doença, através da aplicação de ímanes artificiais, em zonas do corpo que se encontram em “ressonância magnética”. Por ser um sistema simples, pode-se realizar em qualquer lugar, a qualquer pessoa (salvo poucas excepções). O foco está sempre numa pesquisa de pontos anatómicos que estarão em desequilíbrio ou em disfunção, ao que denominamos, pontos de rastreio, através de testes neuromusculares (testes de kinesiologia), utilizando o reflexo magneto-podal. Este rastreio, leva-nos a identificar estruturas ou zonas anatómicas, onde serão aplicados ímanes passivos, sempre em par (polo negativo, polo positivo) e por um curto período (20 minutos). Os pontos de rastreio em desequilíbrio podem estar relacionados com a presença de microrganismos patogénicos: bactérias, vírus, fungos ou parasitas.

A aplicação de ímanes tem como objectivos:

  • acelerar o processo de desintoxicação;

  • melhorar o fluxo e tonicidade dos vasos sanguíneos, melhorando a oxigenação dos tecidos;

  • diminuir os processos sintomáticos, tais como: dor, inflamação, tumefação, ardor, cansaço e mal-estar geral;

  • diminuir efeitos secundários dos tratamentos alopáticos e/ou melhora a sua eficácia;

  • controlar a homeostasia do corpo, através da autorregulação do pH;

  • promover o correcto funcionamento de órgãos e tecidos (disfunções corporais de glândulas, tecidos, estruturas anatómicas);

  • activar a resposta imunitária;

  • promover a reparação de tecidos: fraturas, equimoses, neuropatia, inflamação crónica, cicatrização e fibrose;

  • melhorar o bem-estar psico-emocional (como tristeza, irritabilidade, apatia, confusão mental, insónia, medos, etc).

Já anteriormente, na segunda metade do século XX, o Dr. Kyoichi Nakagawa, médico japonês, acreditava que a nossa exposição ao campo magnético da Terra era reduzida pela quantidade de tempo que passamos em prédios e carros, e pela quantidade de tempo que passamos ausentes da natureza, que esse afastamento poderia interferir com a nossa saúde. Chamou a estas alterações, a Síndrome da Deficiência do Campo Magnético, cujos efeitos, são caracterizados por: dores generalizadas, fadiga, rigidez dos ombros, costas e pescoço, dor no peito, dores de cabeça, peso na cabeça, obstipação, cansaço geral, problemas de visão, insónias, dores de cabeça frequentes e tonturas ou vertigens. Sintomas muito actuais nos nossos dias.

Para a realização da terapia é necessária uma boa hidratação do paciente, para que o terapeuta obtenha a melhor resposta neuromuscular nos testes de kinesiologia.

A boa hidratação também é essencial para facilitar a eliminação de toxinas desde o início da aplicação dos ímanes.

É uma técnica que pode ser utilizada em parceria ou como adjuvante de outras terapias, ou mesmo, com a medicina alopática.

A terapia é realizada com o paciente deitado confortavelmente na marquesa, sendo realizados testes de Kinesiologia, através dos membros inferiores, e com uma duração de cerca de 1:30 horas.